sábado, 10 de setembro de 2011

VOZ DA VERDADE EM LAGO DA PEDRA - MA ?




Se há uma coisa que eu admiro na vida de qualquer pessoa ou grupo, isso se chama “sinceridade”. E sinceridade é algo que ninguém pode dizer que falta no grupo musical “Voz da Verdade”.

São tão sinceros, que assumem publicamente que não acreditam na doutrina da “trindade” e ponto final! Quem gostar gostou, quem não gostar, que não goste.

Observe as afirmações extraídas diretamente do site do grupo:

“Senti na obrigação de mais uma vez escrever a diferença da doutrina seguida por nós das demais.

Somos monoteístas, isto é cremos NUM SÓ DEUS, UM DEUS ÚNICO. Cremos no PAI, FILHO, ESPIRITO SANTO COMO MINISTÉRIOS ou MANIFESTAÇÕES DE UM DEUS, ou seja Deus é o Pai ( o Criador),veio como Filho (para remissão dos pecados) e como Espirito Santo (consolador que nos conduz a toda verdade), cremos que a salvação é somente através do sangue de Jesus, portanto pregamos Jesus Cristo como único salvador da humanidade, batizamos em nome de Jesus Cristo porque os apóstolos que conviveram com Jesus o faziam, cremos que há poder no nome de Jesus para remissão dos pecados, para expulsar os demônios, curas divinas, falar novas línguas,etc.”

“Então quais são nossas divergências com a trindade,aquela que se prega que há 3 pessoas distintas num Deus, cada qual com sua existência própria. É que este modo de pensar nos leva ao TRITEÍSMO (3 DEUSES) e todos nós sabemos que a Bíblia toda diz DEUS É UM.
De acordo com a Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia de R.N.Champlin, PhD e J.M.Bentes Vol 6 pág.626 a doutrina trinitária NÃO CONTEMPLA PESSOAS DISTINTAS, se assim fosse tudo se reduziria ao Triteísmo.

No entanto a maioria dos que crêem nesta doutrina pregam 3 pessoas distintas,talvez tenham aprendido errado este conceito.

Quero que fique bem claro: cremos no Pai, Filho, Espírito Santo, porque Deus é o Pai,o Filho, o Espírito Santo .

A parte que divergimos é justamente naquela que diz que em Deus há 3 pessoas "distintas" pois a maioria dos crentes aprenderam assim, que tem 3 pessoas separadas uma ao lado da outra, se assim fosse não seria UM só Deus, e Jesus ficaria num segundo plano .E o fato de pregarem que os três têm a mesma natureza , não quer dizer que são UM , passando a idéia de politeísmo e não monoteísmo, pois eu e o meu marido temos a mesma natureza humana e não somos" um" indivíduo.

Não cremos assim pois esta doutrina nos leva ao triteísmo, três Deuses , pois cada pessoa teria uma existência própria, ou seja passam a idéia de que o Pai é um, o Filho é outro e o Espírito Santo é outra pessoa,e todos eles fazem parte de UM DEUS, crêem que o Pai que é Espírito não é o mesmo Espírito Santo, e sim distintos. Neste caso haveria dois Espíritos. Sabemos que a Biblia fala UM só Espírito.Em Deus não há divisão.

A Bíblia não fala Deus são três, (eles dizem que está implícito e não explícito), mas a Biblia fala explicitamente DEUS É UM,ÚNICO DEUS. Se é UM , o certo é crermos que Deus é o Pai, o Filho (já que o Verbo era Deus e o Verbo se fez carne e habitou entre nós) e o mesmo Deus é o Espírito Santo que atua hoje no nosso meio.

O vocábulo trindade foi usado pela primeira vez por Tertuliano, na última década do Século.II DC , mas não encontrou lugar na teologia formal da igreja até o século.IV DC.Ele foi o primeiro teólogo cristão a usar a fórmula trinitária para explicar tentativamente a relação que há entre o PAI, O FILHO, O ESPIRITO SANTO.

Esta doutrina foi firmada no Concílio de Niceia,(séc.IV)que é um concílio reconhecido pela igreja romana católica.A palavra concílio significa assembléia , ajuntamento. No segundo concílio de Nicéia também se decretou que a igreja venerasse ídolos. (Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia -D.N.Champlin,PhD. e J.M.Bentes Vol 4 pág.494) Recebeu uma declaração formal na carta do concilio de Constantinopla em 382 DC(também da igreja católica), onde foi elaborado o credo niceno.Neste concílio foi combatida a doutrina modalista defendida por Sabélio.(que cria em três modos de expressão de um Deus Único).

Após o séc IV a posição trinitária se tornou o padrão da igreja , ainda que periodicamente tivesse sofrido ataques e negações. O principal desse ataque foi o monoteísmo hebreu das escrituras, aquele que é pregado no Velho Testamento, pois a doutrina trinitária dava idéia de 3 Deuses distintos.

Os primitivos cristãos não formularam qualquer "conceito trinitário",eles pregavam Jesus Cristo como Único e suficiente salvador e batizavam em nome de Jesus.

Como então explicar as manifestações de Um único Deus? Resolveram então juntar o monoteísmo com a forma trinitária, pois não se podia descartar a idéia da Biblia que diz UM SÓ DEUS, então pregavam: são 3 pessoas divinas e hoje muitos falam "distintas numa Divindade. Esta idéia que combatemos, pois se pregam a distinção , pregam 3 Deuses, mas não admitem”.

Considerando que o “unicismo” é uma heresia, e que desfaz de uma doutrina cristã ortodoxa e “inegociável” como é a trindade, como se abre as portas de nossas igrejas e eventos, para grupos que defendem e promovem heresias? Vamos abrir também para as Testemunhas de Jeová? Para os Adventistas do Sétimo Dia? Aonde vamos parar?

Manifesto aqui, embora respeite os contrários, meu voto de repúdio em relação a participação do grupo Voz da Verdade, no evento da Marcha para Jesus em Lago da Pedra - MA.

Dic Janailson Sales Araújo

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A LEGÍTIMA E VERDADEIRA INDEPEDÊNCIA DO BRASIL

A LEGÍTIMA E VERDADEIRA INDEPENDÊNCIA




Sete de setembro é nacionalmente comemorado como Dia da nossa Independência.
Nas margens do Ipiranga ainda ressoa o grito histórico que marcou o ropimento político do Brasil com Portugal.
Porém, 189 anos após o brado de “ Independência ou Morte”, cabe-nos fazer aqui algumas considerações.
Somos, de fato, um povo independente? Se realmente o somos, em que aspectos essa independência existe ?
E espiritualmente falando, nosso povo é independente ? A resposta aqui tem que ser taxativa: Não.
O Brasil é um país escravizado pelo Espiritismo,pela Macumba e pelo Candomblé.Nas ruas, nas esquinas, nas praças,em milhares de centros espíritas, tendas e terreiros, e em milhões de lares, impera o satanismo.Consequentemente, o Brasil é escravo de inúmeros crimes e escândalos.
Urge, nesta hora presente, trabalharmos com afinco, a fim de que todos os brasileiros alcancem a liberdade espiritual, á luz do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, o Evangelho redentor, que promove a verdadeira e legítima independência: a de morar eternamente nos céus!
O homem não poderá estar verdadeiramente livre se continuar sendo escravo do pecado, alienado de Deus.A independência total advém quando o ser humano se liberta das trevas e aceita a redenção que Jesus Cristo consumou na cruz do Calvário e selou vitoriosamente com a sua ressurreição.
Procura meu caro leitor, conhecer a Verdade, a Bíblia, e ela te conduzirá á liberdade.O Senhor Jesus disse: “ E conhecereis a Verdade e ela vos libertará”, ( Jo 8.32).
Hoje mesmo ficarás livre do pesado fardo do pecado e poderás cantar como os pássaros livres nas matas.
E nós Paulo exorta: “ Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou”.


Dic Janailson Sales Araújo
Dia 7 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PODE UM CAMELO PASSAR PELO FUNDO DE UMA AGULHA ?




PODE UM CAMELO PASSAR PELO FUNDO DE UMA AGULHA?

Por Gilson Barbosa

Qual o significado, em Mateus 19.24, sobre a expressão: “um camelo passar pelo fundo de uma agulha?”

“E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” Mt 19.24

Esta narrativa bíblica também se encontra em Marcos 10.17.22 e Lucas 18.18-23 e conta-nos a história do jovem rico que se encontrou com Jesus e foi logo perguntando: “Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna?” Depois de uma rápida conversa e da proposta final de Jesus, a Bíblia diz que o jovem “... retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades”. Ao que Jesus disse, aos discípulos, as palavras do texto supracitado.

Há pelo menos três pensamentos sobre o que significa o texto:

· A indicação de que camelo, no texto, seria uma corda ou cabo.

Alguns manuscritos bíblicos traduziram a expressão Kámelos (animal literal), por Kámilos (corda ou cabo). E os que defendem esta tradução dizem que Kámelos é uma tradução errada do grego original. Entretanto, conforme afirma Russel Norman Champlin (ver bibliografia), essa intenção “... teve por finalidade diminuir a possibilidade do ato”.Esse primeiro significado então é precário, pois, no original não aparece Kámilos, mas, Kámelos.

· A sugestão de que a expressão “agulha” era o nome de uma porta em Jerusalém.

Neste caso, diz um autor franciscano: “Jesus... compara o rico que quer entrar no reino do céu ao camelo que tem de atravessar o fundo de uma agulha... e lembrava o que se via fazerem às portas de Jerusalém os camelos que chegavam de regiões distantes carregados de fardos e preciosidades para entrarem na cidade: tinham de se curvar quase até ao chão ou depor a carga” (SOARES, Ebenézer Ferreira. Dificuldades Bíblicas e outros estudos. Casa Publicadora Batista, 1970). No entanto no original grego agulha, nos textos acima citado, não se refere à porta e nem há exatidão, por parte dos estudiosos, sobre a existência de tal porta em Jerusalém.

· O sentido é literal.

Longe de nós tratarmos a riqueza como algo mal, pois Jesus disse em Marcos 10.24: “... quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no reino de Deus!”. Há na Bíblia vários relatos de pessoas ricas que serviram e seguiram a Jesus.No entanto, o que Jesus deixa evidente no texto, é o apego exagerado às riquezas, do jovem, com a adição de uma atitude egoísta, pois o mesmo “... pesaroso desta palavra [de Jesus], retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades”.

O apóstolo Paulo não fala que o dinheiro é a raiz de todos os males, mas sim, o amor ao dinheiro: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (1 Tm 6.10). A lição que Jesus quis dar, é que o ser humano deve se deleitar dos seus bens em conformidade com a vontade divina, para não se tornar escravo de suas posses e abandonar o seu próximo. “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mt 6.24).

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SAIBA O QUE REALMENTE ACONTECEU NO DIA 11 DE SETEMBRO DE 2011.


Você sabe mesmo o que aconteceu em 11 de setembro de 2001?






Começa hoje o mês de setembro, que ficou marcado pelos atentados ao World Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono (Ministério da Defesa), em Washington. Muito se falará a respeito daquela manhã de 11 de setembro de 2001.

Em agosto do ano passado, perto do aniversário de 9 anos dos aludidos atentados, tive o privilégio de visitar as duas cidades estadunidenses atingidas pelos terroristas, onde fiz importantes pesquisas para o meu novo livro Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar, já entregue à editora. Compartilho aqui uma parte das minhas conclusões.

Na manhã de 11 de setembro de 2001, dezenove terroristas islâmicos embarcaram em quatro voos domésticos na costa leste dos Estados Unidos para promoverem atentados contra edificações em Washington e Nova York. O ataque ocorreu ainda na manhã daquele dia, atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo. Elas vieram abaixo algumas horas depois de terem sido atingidas por duas aeronaves comerciais (Boeing 767), oriundas de Boston.

Outra aeronave, um Boeing 757, que havia decolado de Washington, D.C., com destino a Los Angeles, atingiu o prédio do Pentágono, destruindo parte do conjunto. Muitos funcionários do governo federal norte-americano perderam as suas vidas. Um quarto Boeing (modelo 757), que partira de Newark, Nova Jersey, com destino a São Francisco, acabou caindo em Shanksville, a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia.

Tudo foi planejado fria e detalhadamente pelos terroristas, a fim de que os dois prédios principais do World Trade Center, com 110 andares cada um (mais de 400 metros de altura), viessem abaixo. Como eles abrigavam escritórios de centenas de empresas, de 25 países, cerca de cinquenta mil pessoas trabalhavam ali. Além disso, havia seis subsolos, com um centro comercial, estacionamento para dois mil carros e acesso para o metrô.

Os conspiracionistas insistem na ideia absurda de que os próprios Estados Unidos ordenaram os atentados, obedecendo à ordem dos bilderbergs. Mas há muitas provas de que os quatro sequestros simultâneos foram planejados por terroristas árabes, a mando de Osama bin Laden, morto neste ano, no Paquistão. Como se sabe, as Torres Gêmeas foram construídas para resistir ao impacto de um Boeing 727. E os terroristas — que sabiam o que estavam fazendo — usaram os modelos 757 e 767.

É claro que os prédios não caíram apenas por causa dos aviões. As imagens mostram que eles entraram pelas janelas, numa manobra que revelou a enorme perícia dos pilotos. O modo como os terroristas acertaram as torres indicam que o planejamento do ataque foi minucioso. Acima de oitocentos quilômetros por hora, um grande avião empurra uma grande quantidade de ar à sua frente, a ponto de ser impossível acertar em cheio um paredão. Por isso, os pilotos voaram a 450 quilômetros por hora e optaram pela trajetória curva, ao atingir o alvo.

No caso do Pentágono, em que não há imagens do momento do impacto, nota-se como o ataque foi pormenorizadamente planejado. Os pilotos mostraram possuir conhecimento e habilidade de quem passou muito tempo treinando em simuladores de voo. Eles, inclusive, mantiveram desligados os transponders, equipamentos que emitem sinais eletrônicos sobre a localização das aeronaves. Como queriam publicidade máxima, eles ordenaram que passageiros ligassem para parentes e avisassem dos sequestros.

Muita gente não acredita que as Torres Gêmeas vieram abaixo em decorrência do choque dos aviões. Já ouvi até ensinadores cristãos dizendo que tudo foi orquestrado pelo governo norte-americano. Inclusive, segundo eles, já havia explosivos dentro dos prédios! Os aviões, nesse caso, cheios de passageiros, teriam sido usados apenas para dar aos Estados Unidos um álibi.

A ideia de que o próprio governo estadunidense atacaria o seu povo, em si, já é contraditória. Quem a defende, porém, apresenta argumentações aparentemente plausíveis. Afinal, como o país mais poderoso do mundo permitiria que ícones de sua identidade nacional fossem alvejados com desconcertante facilidade?

Como o governo estadunidense, que gasta bilhões de dólares por ano em inteligência — só a CIA tem dois mil agentes no exterior —, não conseguiu prever os atentados de 11 de setembro de 2001? Como um sistema caríssimo de vigilância eletrônica por satélites, capaz de identificar até pontas de cigarros jogadas fora por guerrilheiros no Afeganistão, não descobriu o plano dos terroristas de Osama bin Laden?

Os Estados Unidos possuem um sistema de vigilância por meio de aviões, navios e cinco mil pontos de captação de informações no mundo inteiro. Como toda essa tecnologia, que permite rastrear uma ligação de celular em qualquer lugar do planeta, não impediu que quatro terroristas sequestrassem aviões, em aeroportos diferentes, e os arremessassem contra símbolos do poder norte-americano?

Causa estranheza o fato de os Estados Unidos não terem conseguido evitar a ação dos terroristas islâmicos. Mas quem já esteve em alguns aeroportos norte-americanos sabe que o seu sistema de segurança não é tão eficaz como parece, sobretudo por causa do grande fluxo de passageiros. Ademais, a maior potência do mundo não esperava um ataque aparentemente simples. Ela se preparou para se defender de mísseis, bombas, armas biológicas ou químicas, etc. Nunca imaginou que seria atacada por aviões comerciais. Isso mostra o quanto os terroristas foram sagazes.

Por outro lado, mesmo com toda a sua tecnologia de ponta, os Estados Unidos ainda têm muita dificuldade para descobrir os planos secretos dos grupos terroristas, que, com o passar dos anos, aprenderam a se comunicar sem interceptações. Veja quanto tempo se levou para executar Osama bin Laden! Ele conseguiu ficar escondido por quase dez anos, após os ataques de 2001. Como o homem mais procurado do mundo se instalou no Paquistão e viveu relativamente tranquilo?

Os terroristas contam com a simpatia de líderes e instituições religiosas de dezenas de nações de população muçulmana, como Egito e Sudão, que, inclusive, colaboram com ajuda financeira. Agentes do FBI que investigaram os atentados de 11 de setembro descobriram que Bin Laden e seus homens receberam apoio logístico direto dos países dominados pelo islamismo, como Iraque, Iêmen e Argélia.

Houve também um certo descuido do governo estadunidense. O último ataque terrorista de grande porte havia ocorrido em 1995, em Oklahoma — perpetrado por um fanático doméstico, Timothy McVeigh —, deixando 168 mortos. Enquanto a Europa e o Oriente Médio sofreram com bombas e tiroteios, os Estados Unidos estavam, aparentemente, controlando toda e qualquer ação terrorista. Pelo fato de eles terem passado mais de quinze anos sem nenhum ataque de grandes proporções, acabaram afrouxando o sistema de segurança e foram surpreendidos.

Recentemente, como disse acima, visitei Nova York e realizei pesquisas a respeito dos atentados de 11 de setembro de 2001. Por incrível que pareça, há nos Estados Unidos adeptos da escatologia do terror — discípulos de Alex Jones, Peter Joseph e David Icke —, que insistem em afirmar que o próprio governo norte-americano implodiu as Torres Gêmeas, simplesmente para dizimar a população e satisfazer os bilderbergs.

São risíveis as argumentações que tenho ouvido a respeito da tal tragédia e fico espantado quando vejo pessoas esclarecidas acreditando nelas. Segundo uma matéria sensacionalista contida em um DVD e em canais do YouTube, a prova de que o governo norte-americano teria derrubado as Torres Gêmeas, promovendo um mega-sacrifício, baseia-se no fato de que vários edifícios altos já haviam pegado fogo antes e não caíram. Por que as maciças estruturas do World Trade Center desabaram tão facilmente, com o “simples” impacto de aviões cheios de combustível?

Cada aeronave colidiu contra as armações de aço e vidro dos prédios com uma força de impacto equivalente a mais de mil vezes o próprio peso. Considerando que a estrutura dos aviões é de alumínio, no momento do choque, a parte da frente de sua fuselagem foi amassada como se fosse um pedaço de papel. Os seus ocupantes e tudo o que estava no interior das aeronaves foram arremessados à frente, com a frenagem brusca, e esmagados, pulverizados, desintegrados, carbonizados, no momento da explosão.

Havia aço suficiente nas torres para a construção de inúmeros monumentos idênticos à Torre Eiffel, de Paris, França. A mistura de aço incandescente com areia, móveis, papéis, equipamentos, vidro, ferro, tecidos e plásticos fez com que boa parte das vítimas literalmente desaparecesse em meio aos escombros.

Os aviões estavam com os tanques cheios — tinham combustível para mais quatro mil quilômetros de voo —, o que ocasionou grandes explosões, capazes de impedir que as pessoas dos andares superiores descessem. Quem trabalhava nos andares das explosões sofreu morte imediata. As pessoas que estavam acima do 103º. andar da Torre Norte ou acima do 93º. da Torre Sul não tiveram a mínima chance de escapar. As que estavam nos andares inferiores, mesmo feridas ou assustadas com a oscilação das torres, conseguiram descer a tempo.

Estima-se que a temperatura nos locais de impacto chegou mil graus Celsius. O aço se funde a 1.300 graus. Mas o calor foi suficiente para diminuir a rigidez desse metal. Além disso, com o choque, várias colunas que formavam a armação exterior das torres foram deslocadas. Começava aí um rápido processo de enfraquecimento das suas estruturas, que culminaria em uma surpreendente implosão.

Em minha visita às obras do World Trade Center, em Nova York, estava acompanhado do meu amigo Nilton Didini Coelho, que é engenheiro civil. Devidamente informado sobre as Torres Gêmeas, ele afirmou que aqueles edifícios haviam sido projetados para suportar a força do vento, as chuvas, pequenos sismos e até choque de aviões. Mas não estavam preparados para resistir a abalos mecânicos imprevisíveis, decorrentes de ataques minuciosamente planejados. Os engenheiros do World Trade Center não tinham como prever que grandes aviões, cheios de combustível, poderiam se chocar com os edifícios exatamente naqueles andares.

Perguntei ao engenheiro Didini: “O ‘simples’ impacto de uma aeronave seria suficiente para derrubar toda aquela estrutura de aço?” E ele me respondeu que as colunas estavam “empilhadas” de acordo como uma “excentricidade” que lhes dava estabilidade em conjunto com os ligamentos de cada pavimento. Ao serem atingidos, os pilares que se deslocaram do seu eixo fizeram com que os de cima viessem abaixo em pouco tempo. Isso mostra que os terroristas previram esse efeito cascata de destruição ao planejar os atentados.

Os pregadores das teorias da conspiração não levam em conta que os mentores do atentado conheciam minuciosamente a estrutura daqueles edifícios, e que os dezenove terroristas sabiam exatamente como derrubá-los. Por isso, os aviões atingiram pontos específicos, fazendo com que a parte superior deles descesse sobre a inferior, como uma britadeira. Que estrutura suportaria o peso de mais de cem mil toneladas caindo sobre ela?

Se os aviões tivessem sido lançados a esmo contra os prédios, estes provavelmente não teriam caído. Mas nada aconteceu por acaso. As colunas externas começam grossas embaixo e se afinam na medida em que precisam suportar menos peso. Os terroristas sabiam exatamente onde era o lugar mais vulnerável e que produziria o efeito desejado. Quando o aço começou a se deformar, pelo calor, tudo o que estava em cima veio abaixo e funcionou como um martelo — que ganhava mais peso a cada andar que descia.

Leia mais sobre isso em meu novo livro.

Ciro Sanches Zibordi

FONTE: BLOG DO CIRO

terça-feira, 30 de agosto de 2011

PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA







PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA



Leitura bíblica: 2 Coríntios 11.3; Atos 20.25-32

Introdução

A lição 9, de 28/8/2011, estimula-nos a perseverarmos naquilo que temos aprendido, mantendo a simplicidade do Evangelho (1 Co 15.1,2; Gl 1.6-8; 2 Co 11.4; Hb 3.14). Daí o comentador ter asseverado, na Verdade Prática: “Só existe um meio de a Igreja de Cristo preservar a sua identidade como a agência por excelência do Reino de Deus: obedecer amorosa e incondicionalmente à Bíblia Sagrada” (Lições Bíblicas do Mestre, CPAD, p.63).

I. O que é a identidade da Igreja

1. O termo “identidade” diz respeito ao “conjunto de características próprias de uma pessoa ou um grupo que possibilitam a sua identificação ou reconhecimento” (idem, p.65).

2. A identidade da Igreja é tríplice:
a) Identidade teológica. A Igreja é diferente das religiões e seitas e do mundo por causa das doutrinas bíblicas que observa, as quais são inegociáveis.
b) Identidade eclesiástica. Diz respeito a ministérios principais e auxiliares, títulos eclesiásticos, administração eclesiástica, liturgia, etc.
c) Identidade consuetudinária. Engloba usos, costumes, práticas, etc.

II. Por que a Igreja deve preservar sua identidade

1. A Igreja é o “sal da terra” (Mt 5.13), o qual é conservador, preservador (1 Tm 6.20; 2 Tm 1.13,14; Ap 2.25). Mas ser conservador, do ponto de vista bíblico, não significa ser extremista, exagerado, fanático ou desequilibrado (Ec 7.16,17; Pv 4.26,27; 2 Tm 1.13,14; 1 Tm 6.20; Ap 2.25; 3.11).

2. Ser conservador não é fazer dos usos e costumes a causa do Evangelho, visto que eles são o seu efeito. Deve-se levar em conta que a verdadeira santificação ocorre a partir do espírito — de dentro para fora (1 Ts 5.23; Mt 23.25,26; Hb 4.12). Preservar a identidade também não é ser legalista ou agir como os fariseus. Estes eram formalistas, regionalistas, ritualistas, nominalistas e endeusavam as obras (Mt 16.6; Mc 8.15; At 11.26; At 15.5,10; Mt 23).

3. Ser conservador é priorizar a sã doutrina (Tt 2.1; 1 Tm 4.16), manter os bons costumes (2 Ts 2.15; 3.6; 1 Co 15.33; Sl 11.3; Ml 1.8; Tg 2.12; Jz 17.6; 21.25) e opor-se à secularização (Rm 12.1,2; Lc 17.26-30; Tg 4.4; 1 Jo 5.19; Is 5.20).

III. O que significa preservar a identidade

1. No sentido geral, como “organismo místico composto por todos os que, pela fé, aceitaram o sacrifício vicário de Cristo” (idem, p.65), a Igreja deve preservar a sã doutrina. No sentido específico, como igreja local, deve preservar a sua história, a sua tradição, etc.

2. “A Igreja, como instituição divina, tem o seu manual de regra e conduta: a Bíblia Sagrada — a Palavra de Deus” (idem). Segue-se que a Igreja deve respeitar o primado da Palavra de Deus, a nossa fonte de autoridade primária, precípua, primacial (1 Pe 1.24,25; 1 Co 4.6). Primado é a condição do que está em primeiro lugar, que tem prioridade, primazia, excelência, preeminência (Gl 1.8; Sl 138.2, ARA; 119.105; Jo 7.17).

3. Fontes secundárias de autoridade:
a) Razão. Não tem o primado porque a fé no que dizem as Escrituras precede a razão (1 Co 2.14,15; Mt 11.25; Sl 25.14). Em boa parte do protestantismo, o racionalismo tem ocupado o centro do palco. Liberalismo e modernismo são termos cunhados para descrever a equivocada insistência no primado da razão.
b) Tradições. A posição oficial e histórica do romanismo, por exemplo, tem sido a de fazer a tradição papal o supremo tribunal de recursos, o que é um erro.
c) Teologia. Esta apresenta o que os teólogos falíveis dizem da inerrante e infalível Palavra de Deus.
d) História da Igreja. Não é a Igreja que determina o que a Bíblia ensina, e sim o inverso.
e) Experiências. O pentecostal que se preza valoriza as experiências e os milagres, mas não os prioriza (2 Co 12.1-4 com 1 Co 15.1-4; Jo 10.41; 1 Co 12.28; Dt 13.1-4; Ap 2.20-22).

4. A lição em apreço contempla também a defesa da fé: “Cada crente deve preservar a doutrina de Cristo, lutando contra as várias distorções e heresias que surgem a cada dia (2 Jo vv.9,10; 1 Tm 6.3-5). A doutrina bíblica não pode ser modificada, substituída ou anulada por supostas revelações, visões e profecias (At 20.27-30; 1 Tm 6.20)” (idem, p.66).
a) A Palavra de Deus alerta quanto a espíritos enganadores (1 Tm 4.1): falsos deuses (Jo 17.3; Sl 95.3; 2 Co 4.4); outro Jesus e outro espírito (2 Co 11.4; At 5.32; Jo 14.17); anjos caídos e demônios (Ap 12.3,4,9; Gl 1.8; Ef 6.12).
b) A Palavra de Deus alerta quanto aos falsificadores da Palavra de Deus (2 Co 2.17): falsos cristos ou anticristos (Mt 24.24a; Mc 13.22a.; 1 Jo 2.18,19; 2 Jo v.7); falsos cientistas (1 Tm 6.20,21; 2 Co 4.4; Sl 10.4); pregadores e mestres falsos (2 Tm 4.1-5; 2 Pe 2.1,2; 3.16); pastores e apóstolos enganadores (2 Co 11.5,13; Ez 34.1-10); falsos adoradores (Mt 15.7-9; Jo 4.23,24); falsos irmãos (2 Co 11.15,24-28; Gl 2.3,4; Tg 1.26; Rm 16.17,18); falsos profetas (Mt 7.15; 24.11,24; Mc 13.22; At 13.6; 2 Pe 2.1; 1 Jo 4.1); milagreiros e ilusionistas (Mt 24.24b; Mc 13.22b; 2 Co 11.13-15).

5. Não devemos desprezar as pregações, os ensinamentos, as profecias, bem como os sinais e prodígios (At 17.11a; 2.13; 1 Co 14.39; 1 Ts 5.19,20). Entretanto, cabe a nós julgá-los (Jo 7.24; At 17.11b; 1 Ts 5.21, ARA; 1 Co 10.15; 14.29; 1 Jo 4.1; Hb 13.9).

6. Os critérios bíblicos para um julgamento segundo a reta justiça:
a) Teste pela Palavra de Deus (At 17.11; Hb 5.12-14).
b) Sintonia do Corpo com a Cabeça (Ef 4.14,15; 1 Co 2.16; 1 Jo 2.20,27; Nm 9.15-22).
c) Dom de discernir os espíritos (1 Co 12.10,11; At 13.6-11; 16.1-18).
d) Bom senso (1 Co 14.33; At 9.10,11).
e) Cumprimento da predição, no caso da profecia (Ez 33.33; Dt 18.21,22; Jr 28.9), se bem que apenas isso não é suficiente para autenticá-la (Dt 13.1,2; Jo 14.23a).
f) Vida do pregador, profeta ou milagreiro (2 Tm 2.20,21; Gl 5.22).

Ciro Sanches Zibordi

quinta-feira, 21 de julho de 2011

SE JESUS FOSSE NEOPENTECOSTAL

SE JESUS FOSSE NEOPENTECOSTAL

Jesus neopentecostal - ilustração




Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria satanás pela palavra, mas teria o repreendido, o amarrado, mandado ajoelhar, dito que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia. (Mt 4:1-11)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)
Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, desta vez sob sua gerência. (MT 21:12-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7… veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)
Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)
Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)
Se Jesus fosse neopentecostal, o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)
Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado seu ao ministério. (Lc 19:1-10)
Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.
Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra…. (Jo 16:33)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir.
Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você… Ele estaria preocupado com outras coisas. Ainda bem que não era.

Por Felipe Almada
Lí no Blog do amigo Pr. Elias Rébuli

quarta-feira, 20 de julho de 2011

AS 3 MARCAS NA VIDA ABRAÃO : MINISTRAREI HOJE SE DEUS QUISER NA CONGª



AS 3 MARCAS NA VIDA DE ABRAÃO
TEXTO-BÁSICO: GN 12.7-9

PREGADO NA QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 2011 NA CONGª MONTE SIÃO

INTRODUÇÃO: Três coisas marcaram de modo especial a vida de Abraão.
Vejamos

1. A TENDA( GN 12.8).

Abraão nunca se prendeu a um lugar da terra de suas peregrinações.Estava sempre em trânsito.Deixando um lugar, ficavam apenas as marcas de seu acampamento.Nós também não somos deste mundo.Estamos no mundo, mas não somos do mundo.Devemos sempre estar prontos para partir!
REFERÊNCIAS : JO 17.16,18; JÓ 29.4; LV 1.1;PV 14.11.

2. O ALTAR ( GN 12.7)

Era um marco sempre presente na vida de Abraão, em todos os caminhos de suas peregrinações.Era o local onde Abraão adorava a Deus.Era o lugar onde ofertava sacrificíos a Deus.Ele edificava seus altares em locais visíveis, diante dos povos pagãos que moravam ao seu redor. Que testemunho! Os crentes, que de contínuo vivem diante do altar, dão testemunho de “ terem estado com Jesus”( AT 4.13).

REFERÊNCIAS : GN 13.4,18,22.9; GN 26.25; GN 33.20 ; 1 RS 18.30;HB 13.10.

3.AS PROMESSAS (HB 11.8 – 11)

Ao longo de sua jornada as promessas de Deus iluminavam seu caminho e fortificavam a sua fé.

REFERÊNCIAS: AT 7.17; RM 4.17 -21; 2 CO 1.20).


DIÁC. JANAILSON SALES ARAÚJO
SERVINDO Á DEUS NA CONGREGAÇÃO VALE DA BENÇÃO,
ASSEMBLEIA DE DEUS EM LAGO DA PEDRA - MA